Sem bússola, só contigo

Postado em Milamarian em janeiro 28, 2008 por sabrinabenites
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SEM BÚSSOLA, SÓ CONTIGO
Milamarian
 
 
Mantenho-me no sustento de meus pés
em qualquer distância e circunstância
estaciono os espasmos das reentrâncias
e navego entre açus e mirins igarapés.
 
O amor, por ti semeado bem aqui
é alicerce nas subidas e descidas
habilita o nanquim na tinta colorida
a tingir o gris c’o frescor que recebi.
 
Sou tua identidade, teu nome eu cultivo;
no meu interno, és minh’eterna metade
ao meu redor, tua voz é meu infinitivo,
 
num poder tão profundo e necessário
lenitivo nas mortas horas, desfaz a nulidade
deste solitário caminhar sem itinerário.

Nem arrogância, nem vaidade

Postado em Tânia Sueli Oliveira em janeiro 28, 2008 por sabrinabenites

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Nem arrogância, nem vaidade…
Tânia Sueli Oliveira

Busquei tanto encontrar você um dia.
Estava lá em meus lindos sonhos.
Insisti, não desisti, mesmo com dúvidas .
Já cansada desta busca incessante…
Quando você surgiu, nem acreditei.
Vivemos momentos maravilhosos, encantados …
Ah ! Como eu sentia confiança, segurança !
Fui arrogante ? Fui vaidosa ? Não tive humildade?
Ah ! Surgiu o ciúme, a saudade, uma dor profunda !
A distância foi ficando maior dia à dia …
Muitas questões sem respostas claras.
Surgiram as mentiras, dissimulações.
Um sofrimento indescritível tomou conta de mim !
O medo ou o amor fizeram-me perdoar…perdoar…
Não fui arrogante, nem vaidosa, apenas amei !!!

 

Meus pés descalços

Postado em Sávio Assad em janeiro 28, 2008 por sabrinabenites
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Meus Pés Descalços
Sávio Assad
 
Na estrada da vida, meus pés tocam o chão
As pedras e os espinhos perfuram minha carne
Mas sorridente caminho, a procura de minha paz.
 
Lágrimas rolam de meus olhos e umedecem o solo,
Germinando rosas perfumadas e coloridas, iluminando.
Agora sigo em passos largos, pois vislumbro o grande clarão.
 
O sol entra em meu coração e brilha no meu rosto
Já não sinto meu pés tocarem o solo, macios, eles caminham
Entre nuvens  brancas ímpares e serena, elevando meu espírito.
 

Cansei de ser certinha

Postado em Misteriosa Navegadora 13 em janeiro 28, 2008 por sabrinabenites
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Cansei de Ser Certinha!!!
Misteriosanavegadora13
Cansei de ser boa moça
Hoje quero ser
uma mulher fatal
vestir meu pretinho básico
pintar os lábios de carmim
e fazer beiçim
Quero te seduzir
Que me importa os vizinhos
quero ser uma dama louca
ousada
e atrevida
Beijar sua boca
gemer no seu ouvido
dançar contigo
umbigo a umbigo
Chega de dormir sozinha
tomar ducha de água fria
sonhar acompanhada
e acordar suada
Hoje serei outra mulher
e se você não me quiser
encontrarei outro
que seja mais ousado
que me olhe apaixonado
e me faça mulher!!!

Cúmplices e nada mais

Postado em Débora Acácio em janeiro 28, 2008 por sabrinabenites
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Cúmplices e nada mais
Débora Acácio
É somos cúmplices sim
E dai?
Somos cúmplices dessa doce e maravilhosa sensação de querer, possuir,ter , assumir, de nos consumir.
Nos consumir assim…
Devagar..
Do começo de nosso corpo ao fim
de nossa eclipse, nossa fusão.
Esse misto de ternura e devassidão…
De razão e emoção…
De sim e de não…
 Somos cúmplices sim.
E dai??
Cúmplices nessa caixa mágica…
atípica e inexorável chamada
existência.
E para que resistência?
Somos cúmplices em nossos segredos,
desejos, sonhos e realizações.
Nas alegrias e decepções…
Nos direitos e nos deveres…
Nas surpresas e revelações…
Somos cúmplices, sim!
E assim vamos juntos.
na tramas e colheitas de nossas
ações.
Pensando juntos antes das decisões.
Caminhando de mãos dadas,
Olhando para frente.
Levantando e caindo
Descendo e subindo
Mas sempre assim
Cúmplices e nos assumindo.

Cristaleira

Postado em Milamarian em janeiro 24, 2008 por sabrinabenites
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Cristaleira
Milamarian
Passa pelas vidraças a espuma e flutua
nos ares desta sala sem sequer definição
cinzentas nuvens que descem ao chão
e no tapete se esvaem sob a luz da lua.
Esquece-te cristaleira d’outras memórias
os abalos soltos nas neblinas passageiras
quando guardaste as lágrimas da cerejeira
reverte as cores, dores não são mais história.
Resvala as sombras, grafa e debrua agora
aquela flor que aos mares súbito lançara
lilases tons em doces prelúdios  à aurora
resistindo o perfume aos ventos uivantes
nas colinas adormecidas e assim revigorara
os vitrais de tristeza não mais relutantes.
Japão em 31 de maio de 2007.
 

Anjos verdes!

Postado em J.J.Oliveira Gonçalves em janeiro 24, 2008 por sabrinabenites
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Anjos Verdes!
 J.J. Oliveira Gonçalves
 
 
Olhos verdes… Esmeraldas
Incrustadas em tua face…
As Musas (enciumadas!)
Não queriam que os cantasse!
Mas esta Lira que tanjo
De volúvel natureza
Não resistiu aos dois anjos
De esmeraldina Beleza!
Anjo ou mulher… (ou menina?)
De tão saudosa lembrança…
Bela, sensual, pequenina
Inda jeito de criança…
Poeta – o Estro não nego
Nem renego a vocação!
A timidez que carrego
Não carrega o coração!
Aroma da flor do campo
Amanhecida de Aurora:
Em teus olhos eu me acampo
E para ti canto agora:
Teu olhar contém o Mar
E a Esperança, também!
Conjugam o verbo Amar
Mas não contam pra ninguém!
És redondilha amorosa
No Lirismo do meu verso…
És da Vida o Cor-de-Rosa
A Rosa-Azul do Universo!
Teus olhos são dois pingentes
Que na estrofe se derramam…
Se são tristes, são contentes
Sozinhos, soluçam… chamam:
Por Amor- Artee Paz
Tão escassa neste mundo!
Cantá-los – vê: me apraz
Com meu sentir mais profundo!
Bela Musa que encontrei
Sem querer… no entardecer…
Para cantar-te rimei
Tua Beleza e meu Sofrer!
Estrelas Vésper – brilhantes
Neste Epílogo Outonal!
Intermitentes diamantes
Amuletos… afinal!
Deixo, aqui, a redondilha
Para os belos olhos teus:
São eles a Luz que brilha
Em meu verso e… não são meus!

Ah! Meu amor, se eu pudesse!

Postado em Elizabeth Assad em janeiro 24, 2008 por sabrinabenites
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Ah! Meu Amor,Se Eu Pudesse!
Elizabeth Assad
 
Alguns minutos ao teu lado estar,
não passaria todo instante
com meu coração a  palpitar.
Com você adormeço, navego por
sonhos e chego ao meu despertar,
quem me dera todo instante,
a seu lado poder estar.
Você esta no amanhecer,
no cair da tarde e no meu
ressonar.
Você me trás alegrias,
é meu constante  pensar.
És responsável por meu sorriso,
e meu doce olhar,
meu coração é seu,
para sempre vou te amar.

Saudade de ti!

Postado em Jose Geraldo Martinez em janeiro 22, 2008 por sabrinabenites
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SAUDADE DE TI!
José Geraldo Martinez
Meu amor, quanta saudade eu tenho…
Das fugazes horas em algum quarto,
do riso fácil e das alegria miúdas,
nos dias de vento, nas tardes de chuva…
Da covinha que tinhas…
Quando sorrias sem medo!
Olhando a mim, quase um besta,
colocando flores em tua cabeça!
Gostava de molhar os pés…
Ainda que molhasse a barra do teu vestido!
Aos joelhos o trazia,
caminhando pelos igarapés perdidos…
Quanta saudade eu tenho…
Dos beijos que tu me davas!
Qual droga a me fazer loucuras,
sem antes me deixar tonturas…
O céu girava azul…
Ainda com o sol a me queimar o rosto!
No abraço feliz ao amor que tu me davas,
no peito onde tu te aninhavas deste moço!
Quanta saudade eu tenho…
Do cheiro que trazia nos cabelos!
De teu ventre de pêssego, de tua vulva e pêlos…
Saudade de ti, inteira!
Desta sem fim e arredia…
Que aniquila um homem aos poucos,
no ócio de suas horas vadias!
Saudade de ti, amada minha!
De teus olhos com sono…
Da entrega do teu corpo em meu colo, num feliz abandono!
De tuas mãos a deixarem meus cabelos em desalinho…
Faziam-me sonhar, ainda mais te amar,
dobrar os meus joelhos com teus carinhos!
Curvar a teus pés!
Rendido ao amor que tu me davas, absolutamente pleno…
Com a alma que tu entregavas!
Saudade dos teus seios…
Onde meu nome em medalhinha,
numa fina correntinha,
tu ainda tinhas entre meio!
Saudade tanta, tanta…
Que sou minguante a cada segundo!
Ah! Pudesse eu tornar passado…
Voltar ao nosso mundo!
Fiquei com esta horrível sensação,
mesmo que velho esteja agora…
Que tu ainda estás no passado e
o futuro é quem me trouxe embora!

A florista

Postado em Milamarian em janeiro 22, 2008 por sabrinabenites
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A FLORISTA
Milamarian
 
 
 
Sorrira o mais lindo sorriso àquele jardim
calada, no silêncio estendera a sua oração
e em beijos, recolhera só em si sem hesitação
todas as notas entoadas na harpa do serafim.
 
Não dissera adeus, não fora uma despedida
seus pequenos passos incensando a colina
e na valsa de flores qual andorinha bailarina
beijara céu e o mar, em descidas e subidas.
 
As rosas recolhidas pelo caminho?
Foram aquelas coloridas pela magia
em pesponto junto ao estribilho,
 
vermelha, rosa e as lilases, todas imortais
resguardadas foram da fria ventania
para germinar em eternos madrigais.

Ausente olhar

Postado em Maria Thereza Neves em janeiro 22, 2008 por sabrinabenites
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Ausente Olhar
Maria Thereza Neves 
Do teu olhar ausente
nada mais
me vem a mente.
 

Perdão

Postado em Anna Peralva em janeiro 22, 2008 por sabrinabenites
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PERDÃO
Anna Peralva
Ato sublime
de olvidar ofensas
e não macular
o coração
com mágoas
e rancores
em desavenças
que ofuscam
a claridade da Luz,
permitindo
o adentrar da escuridão.
Humildade que
argenta a serenidade,
se aconchega
suavemente
e traz consigo
a real consciência
da evolução espiritual.
O perdão lava a alma
que em enlevada fleuma,
aconchegada
nos braços da Paz,
só sabe comungar
a generosidade
do verbo amar.

Sob a verde cúpula

Postado em Milamarian em janeiro 21, 2008 por sabrinabenites
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Sob a Verde Cúpula
Milamarian
Alvadia é a pousada onde em cascata
evola do cravo a purpúrea fragrância
mesclada à da rosa sem reluctância
qual mar à terra num gorjeio junto à prata.
À luz da estrela d’alva, o tênue luar
adentrando pela porta entreaberta
qual dourado adorno ilumina a tela
em calmaria… é somente dele o olhar…
Uma verde seara banhada em mel
dos olhos do amoroso mecenas
acalentando o nanquim qual menestrel,
protector remodelando numa só cor
repousa madrepérolas n’alma dela
azul só a ela, epicureu pleno de amor.

África

Postado em Naldo Velho em janeiro 21, 2008 por sabrinabenites
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África
Naldo Velho
Trilhas estranhas, histórias, tormentos,
trevas, tropeços, portas trancadas,
terras, fronteiras, cicatrizes expostas.
É sina do homem crescer pela dor.
Conflitos, abismos, batalhas, loucura,
o cheiro de sangue, o medo, a tortura,
na fúria da guerra a fome consome,
em teu colo a criança, não chora, não come.
Lágrimas não chovem, ressecadas as pétalas,
caminhos incertos, agoniza o sonho.
O rio minguou, o leite secou,
olhos vidrados espelham a dor.
Teias estranhas, nem sei o teu nome,
só sei que és negra e padeces de fome.
No berço do homem deserto de amor,
morre a mingua o filho do Nosso Senhor.

Sublime revelação

Postado em Elaine Ermel em janeiro 21, 2008 por sabrinabenites
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Sublime Revelação
Elaine Ermel
Ah! Esse sentimento que em minha’lma germinou
Sinalizando lembranças de um eterno amor.
Sublime revelação que  venceu minha solidão,
A mim seduziu com promessas de ardor e paixão.
És minha essência, amado, amante e confidente!
Nos teus braços sou menina moleca,
Aninhando-se num prazer crescente.
Proferindo  palavras excitantes e  cariciosas,
Sou feiticeira, ardilosa, manhosa.
Templo de amor para um ritual avassalador
Que ao despertar sensações da volúpia ao torpor,
A magia da eternidade, para ti descortina nesse ato
Vivamos o esplendor deste insígne momento
Para todo o sempre, quero fazer do teu corpo o meu refúgio neste solene pacto.

Por ti

Postado em Malu Otero em janeiro 21, 2008 por sabrinabenites
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POR TI
Malu Otero
Por ti as pedras carrego
Por ti ao mundo enfrento
Por ti luto e a tudo renego
Pois me dás força e alento
Por ti sou lume bem vivo
Por ti me encho de idéias
Por ti libero o meu libido
E me torno uma Medeia
Então desenvolvo a hipnose
Por ver-te louco de paixão
Eu pratico lenta osmose
De coração pra coração
Por ti este meu corpo suspira
Por ti estou disposta a tudo
Por ti toca a minha doce lira
Me tens, só tu és o meu mundo
Pois é, esqueci até quem era
E já  não penso em nada mais
No que  te digo sou sincera
É real, te amo, isso feliz me faz.

O amante!

Postado em Jose Geraldo Martinez em janeiro 20, 2008 por sabrinabenites
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O AMANTE !
José Geraldo Martinez 
 
 
Eu te espero, senhora,
Devasso, louco e santo,
Com minhas tantas auroras
despertas com meu pranto!
 
Sou, de ti, amante!
Aquele que guardas secreto,
no coração…
Sou para muitos, um errante,
vendedor de pura ilusão!
 
Mas, o que há de ser a vida ,
Se não um grande picadeiro
circense…
O que há de ser o corpo que te entrego,
Se amanhã a morte o leva, de repente,
Como há de levar teu gozo…
Teus murmúrios e gemidos!
O teu trajar glamuroso,
a esconder teus seios atrevidos…
 
E, por que choro, em tantas auroras?
É por ti, cujo mundo cobra tanta postura!
Quando te lembras, vais embora…
Em tua via-crucis, à clausura!
 
E, não voltarão os minutos desperdiçados,
Nos momentos de nossa separação!
Apenas as lembranças de nossos corpos suados,
entregues ao frescor do chão…
 
Ainda que tu não saibas,
seremos de toda uma sociedade,
os culpados!
Mesmo que tu não creias,
Por estes homens julgados!
 
Se ainda duvidas,
cuidado!
Neste século, ainda dos brutos,
Apedrejados!
 
Ainda assim eu te espero,
em minhas auroras perdidas…
Apesar da tua inconstante presença!
És tu, afinal, que o santo profana
e teu corpo o amante,
reinventa!

Cantarei o amor

Postado em J.G.de Araújo Jorge em janeiro 20, 2008 por sabrinabenites
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CANTAREI O AMOR
J.G de Araujo Jorge
Acima de tudo
cantarei o amor
O de Cristo e Confúcio,  o de Romeu e D. Juan,
acima de tudo cantarei o amor .
Em todos os momentos, lascivos ou gloriosos,
mansos ou eróticos,
unindo dois ou arrastando milhões,
nascido da ternura ou da revolta,
procriando seres ou idéias,
acima de tudo cantarei o amor.
O amor
-cimento e força -
que constrói e ilumina
que convoca e conquista,
- bola de neve do Bem inevitável -
acima de tudo cantarei o amor.
E o tirarei do coração
como a hóstia do cálice
ou o sol, da manhã,
ou a espada, da bainha,
- fulcro para a alavanca do meu verso
mover o mundo -
acima de tudo cantarei o amor.

És cerejeira do amor!

Postado em Auber Fioravante Junior em janeiro 20, 2008 por sabrinabenites
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És Cerejeira do Amor!
Auber Fioravante Junior
És…
o beija-flor
deste jardim de eqüidades
nascido das maravilhas
do incomum, onde a força
se faz fortaleza da beleza
de viver com o bem e a verdade!
És…
o grito da fé
deste andarilho das fontes,
iluminado nas palavras
do livro, onde a página
se faz história de alianças
entre lágrimas e sorrisos que
amam na simplicidade nesta
viagem chamada vida!
És água, terra,
fogo e ar,
desta poesia forjada
o timbre da espada branca,
abençoada nos veios na mitologia
oriental, onde a alma
se faz música para o coração!
És…
a flor de todas as cerejeiras,
entoando no olhar
a ternura, a luz,
o mistério de cantar amor
em toda sua forma de amar!

Liberdade palavra vã

Postado em Jorge Humberto em janeiro 19, 2008 por sabrinabenites

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LIBERDADE… PALAVRA VÃ
Jorge Humberto
 
 
Neste mundo insano, esperasse que a liberdade
Tome em mãos as rédeas soltas sem ansiedade
Co toda a determinação que apraz aqui registrar
Para que nova condição, possamos comemorar.
 
Nada será feito de ânimo leve mas co humildade,
Refreando nossas venturas nossa gran inimizade
Pelo que nunca foi nosso tentando então usurpar
Aos outros todas as nossas pretensões sem lutar.
 
A liberdade de um está aí onde começa a do outro,
De respeito é feita, trocando ideias e novos ideais,
Se assim não nos comportamos tudo será já morto.
 
Jogar fora toda a insignificância, assaz mesquinhez
Que mais não faz que para todos pareçamos irreais
Porque a cobiça é a madrasta de toda a insensatez.

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