
*Fanny*
partem plangentes em asas de dor
afagam-se no Sol débil, adormecido…
escondem-se em notas dolentes de amor.
As ondas levam-nos sem piedade
Chora o azul em névoa, desconsolado
ultima-se a poesia em fatalidade.
as estrelas choram sem resplendor
o vento recolhe o devaneio, resoluto…
eram candeias fulgentes de encanto
que se extinguem no soluçar do anoitecer.

